Professora foi assassinada pelo marido; ele monitorava o celular dela por ciúmes


Por causa de ciúmes, o engenheiro estava monitorando o celular da professora desde maio. (Foto: Reprodução)
O engenheiro Patrick Noé dos Santos Filgueira, de 38 anos, foi indiciado pelo crime de homicídio duplamente qualificado, em razão do meio cruel e do feminicídio. Ele é acusado de matar a esposa, a professora Danielly Wandermurem Benício, de 35 anos, no dia 30 de dezembro de 2017, dentro de casa, em Jardim Camburi, Vitória.
Patrick também havia instalado um programa espião no celular da esposa para monitorar as conversas que ela mantinha com outras pessoas em um aplicativo de mensagens, desde maio de 2017.
A revelação foi feita pelo delegado Janderson Lube, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher, responsável pela investigação do assassinato da professora.

Marido da vítima retornou ao apartamento onde eles moravam. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Imagens de monitoramento do prédio onde o casal morava mostraram que Patrick foi a última pessoa a deixar o apartamento no dia 29 de dezembro e voltar no dia seguinte.
O inquérito policial concluiu que Danielly foi espancada e assassinada pelo marido. O suspeito ainda tentou fazer com que a polícia pensasse que se tratava de um suicídio.
Patrick e Danielly tiveram uma briga durante a tarde porque o marido alegou que a professora estava conversando com outra pessoa no celular. Após a briga, o engenheiro foi para a casa de parentes e, à noite retornou ao apartamento com um familiar.
Patrick e o familiar se dirigiram ao elevador, mas o engenheiro retornou ao apartamento, momento onde, segundo a polícia, teria cometido o crime.
(Com informações da Gazeta Online)

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